domingo, 17 de fevereiro de 2013



Me deparei por muito tempo pensativo. Nem me dei conta e nem sei ao menos quantas folhas joguei fora por não conseguir expressar algo minimamente aceitável sobre você. Traduzir a sensação aproximada do que são todas as trocas. Tentar nem que por um pouquinho que cada letra tivesse a força absurda do bem que me fazes. Tudo soava piegas. Já se decompôs. E aqui estou novamente. Mas como é difícil...é como bater num muro ou não conseguir desancorar. O que é você? De onde você veio? Por qual motivo? Talvez eu nem precise saber. Porque no fim das contas creio que o importante é apenas sentir cada momento. Infelizmente não tenho o talento de meus ídolos pra conseguir te descrever. Infelizmente ser eu é o que sou. Talvez jamais consiga descrever uma única vírgula de ti e te presentear com algum poema ou algo que o valha. Algo que não soe o mais do mesmo. Mereces mais que um mero clichê. Porque és ímpar. E entre significados, não estás em meu dicionário. Só tua presença e o fato de existir já pode dizer-me muito. Tu és minha luz. Tu és a continuação de meus caminhos. Tu és o que guardo nos meus sonhos desde o momento que descobri o que queria.

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