As veias da cidade
Sempre nervosas
Fluxo insano de enlatados e buzinas
Asfalto que esfola
Poeira que sufoca
A calçada é meu abrigo
Nem ligo para o corre corre
Muito menos para amargura das pessoas
Que esqueceram o que é viver
E vivem uma vida de uso único
Descartável....
Sou mais um na multidão
Me misturo
Passos largos
Firmes
Minha paz é mais forte
Ela está consistente
É como se eu flutuasse
Como é bom voltar a fechar os olhos
E só respirar
Imaginar que a vida te trás tanta coisa boa
E que ela é tão curta pra ficar só olhando
Vivo...
Não importa...
Vivo...
Apenas

Nenhum comentário:
Postar um comentário